A matéria relata que em 2026 as viagens corporativas estão sendo consideradas partes importantes da estratégia das empresas e não apenas um suporte operacional, em meio a um cenário global com tensões comerciais, instabilidade geopolítica e mudanças nas cadeias produtivas. Relatórios do setor mostram que esse tipo de deslocamento segue em recuperação e crescimento porque as empresas entendem que a presença física ainda é essencial para negociações complexas, expansão internacional e tomada de decisões importantes. Mesmo com custos mais altos e orçamentos sob controle, as corporações estão priorizando deslocamentos estratégicos e vendo os gastos com viagens como investimento em desempenho, governança e competitividade.
Estudos indicam também que as projeções de gastos globais com viagens de negócios devem continuar avançando ao longo do ano, pois muitas organizações querem acompanhar de perto fornecedores, clientes e operações em diferentes mercados. Há uma mudança no perfil das demandas, com foco maior em controle, previsibilidade e gestão eficiente de deslocamentos, incluindo compliance, segurança dos viajantes e retorno sobre os recursos investidos. Especialistas do setor acreditam que essa importância estratégica das viagens de negócios tende a permanecer diante de desafios como disputas comerciais e reorganização das cadeias globais de suprimentos.